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Como a tecnologia impacta o autosserviço?

O autosserviço vem passando por mudanças para se encaixar nos moldes da era digital, que abre inúmeras possibilidades ao formato. À medida que a tecnologia se faz mais presente no dia a dia das pessoas, o comportamento e as demandas do consumidor são cada vez mais afetados.

Segundo levantamento divulgado em fevereiro pela Neotrust, fonte de dados e inteligência sobre o e-commerce brasileiro, o comércio digital no Brasil cresceu 27% no ano passado em comparação com 2020, faturando R$ 161 bilhões. É um modelo de autosserviço, mas há diversos outros – alguns mais antigos, ainda da era pré-internet, e outros mais inovadores.

Os meios tecnológicos possibilitam a compra de qualquer produto ou serviço, como comida, roupa, produtos de beleza, eletrodomésticos, tratamentos estéticos ou de saúde, dentre outros. Além disso, as soluções que proporcionam autonomia e agilidade para os consumidores são diversas:

  • Totens eletrônicos em shoppings garantem a aquisição de ingressos e snacks do cinema;
  • Aplicativos de celular realizam check-ins em hotéis e aeroportos;
  • FAQs de websites e vídeos de passo a passo permitem que os clientes encontrem respostas e soluções para as principais dúvidas dos usuários.

A prática do autosserviço não é uma novidade, mas tem sido implementada de forma crescente em diferentes setores de mercado a fim de gerar maior autonomia para os consumidores. A ausência de atendentes gera agilidade e redução de custos.

É mais comum no varejo, como em supermercados, onde os próprios compradores fazem a leitura do código de barras, pagam e embalam as mercadorias para levar para casa. O método é vantajoso, também, por redirecionar o tempo e a disponibilidade dos funcionários para outras atividades.

Quais áreas dispõem de autosserviço?

Restaurantes self-service

Além do já bastante praticado “se servir”, a etapa de pesar a comida também foi direcionada ao autosserviço por diversos restaurantes.O próprio consumidor coloca o prato sobre a balança, que emite automaticamente uma comanda para pagamento.

Fast Food

Redes como o McDonald’s têm em suas lojas físicas os totens de autoatendimento. Telas com sistema touch permitem que o consumidor escolha e personalize seus lanches e acompanhamentos e, ao final da seleção, pague a conta utilizando a máquina de cartão acoplada.

Caixas eletrônicos

Há décadas os bancos e seus caixas eletrônicos facilitam muito a vida dos clientes para sacar dinheiro, efetuar pagamentos, depósitos e transferências. O autosserviço financeiro cresceu ainda mais com as operações online e via apps.

Postos de combustível

Ainda não acontece no Brasil, mas em muitos países do exterior, como nos Estados Unidos, há muito tempo os postos de gasolina não possuem frentista. O motorista é responsável por abastecer o próprio veículo e o pagamento pode ser efetuado diretamente na bomba de combustível ou, se houver, ao atendente da loja de conveniência.

Lavanderias Também mais comum em terras internacionais, as lavanderias self-service reduzem custos não só ao estabelecimento, mas também ao usuário. O local possui máquinas de lavar e de secar ativadas pela inserção de moedas.

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